Apresento lhes “As Hespérides” com a técnica metaloplastia e pátina 45 x 60 cm, um projeto que se estendeu por 3 meses criando idéias juntando ninfas e querubins e formando um contexto com ênfase na mitologia grega. Desta vez vislumbrado com as obras do professor e pintor William Adolphe Bouguereau centradas nos temas mitológicos, que misturou elementos do neoclassicismo e do romantismo no século XIX e Frederic Leighton pintor e escultor inglês com sua obra o Jardim das Hespérides, faz-se uma relação das crenças sobre as ninfas Hespérides protetoras dos pomos de ouro, dos rebanhos e deusas do esplendor avermelhado do fim da tarde.
Ainda Resta Uma Esperança Metaloplastia e pátina 60 x 70cm
Não existe fracasso, apenas um resultado.
A persistência disciplinada reage de acordo com os resultados, a força de vencer reage contra os obstáculos da vida e em todos os momentos sente-se a necessidade de se erguer, sanar todos os problemas e ficar tudo bem. Dependendo do ponto de vista, no cotidiano podemos ter vários problemas ou nenhum. Sabendo que todos possuem um atributo divergente, qualquer empecilho que seja, passam algum tempo focando nos obstáculos e aderem a vitimização criando um campo tenso e negativo. Agora imagine-se neste momento como se você não tivesse nenhum problema, nenhum empecilho, nada que atrapalhe sua vida e tudo fosse favorável pra você. Quando alimentamos o subconsciente com estas informações positivas o corpo absorve, relaxa os músculos e vivemos mais tranquilamente atraindo mais coisas boas.
Algumas palavras de Osho:
“Criamos continuamente possibilidades em torno de nós, mas nos surpreendemos quando elas acontecem. Vigie bem suas ideias e observe como elas criam sua vida. Alguém pensa que é um fracasso, que não vai fazer nada na vida. Realmente, essa pessoa não irá fazer nada porque sua ideia está criando a sua realidade. Quanto mais ela achar que não está conseguindo nada, quanto mais essa ideia for reforçada pelo feedback, mais ela achará que está se tornando um fracasso. Cria-se um círculo vicioso. Quem pensa que vai ter sucesso, é bem-sucedido; quem pensa em ficar rico, enriquece; quem pensa que não vai enriquecer, permanece pobre. Experimente e você ficará admirado; algumas vezes, nem vai acreditar.
Observe a sua mente. Você está constantemente criando sua vida, está constantemente fabricando sua vida.” Osho, Vá Com Calma, V.III, # 1
"Transpassar os limites do desenho em duas dimensões para a tridimensionalidade no mesmo plano" Este vídeo é uma coletânea de imagens e vídeos referente a exposição " A Arte da Metaloplasta" do artista Antonio Montibeller que aconteceu entre 01/08/2017 a 08/08/2017 no Centro Empresarial Social e Cultural de Brusque.
Transpassar os limites do desenho em duas dimensões para a tridimensionalidade no mesmo plano, uma ideia que vem sendo moldada desde a infância. A exposição abrange a técnica da Metaloplastia onde as imagens são esculpidas em laminas de metal. Estas imagens representam crenças, reflexões e fatos históricos moldados utilizando a solidez e a imponência do metal com o objetivo de Resgatar imagens de acontecimento que marcaram história. Algumas obras convidam o espectador voltar aos tempos remotos onde as obras eram esculpidas em metal forjado, faz o espectador se fundir ao passado insinuando uma reflexão com o presente. Disseminando conhecimento histórico e cultural para a sociedade.
Um acervo de 12 obras compõe a Mostra " A Arte da Metaloplastia", aberta ao público nos dias úteis de 01/08 a 08/08 das 8:00 às 22:00 hs no Centro Empresarial Social e Cultural de Brusque- CESCB. As obras estarão à venda durante a exposição.
Transpassar os limites do desenho em duas dimensões para a tridimensionalidade no mesmo plano, uma ideia que vem sendo moldada desde a infância. A exposição abrange a técnica da Metaloplastia onde as imagens são esculpidas em laminas de metal. Estas imagens representam crenças, reflexões e fatos históricos moldados utilizando a solidez e a imponência do metal com o objetivo de Resgatar imagens de acontecimento que marcaram história. Algumas obras convidam o espectador voltar aos tempos remotos onde as obras eram esculpidas em metal forjado, faz o espectador se fundir ao passado insinuando uma reflexão com o presente. Disseminando conhecimento histórico e cultural para a sociedade.
Especialistas descobriram que o modelo renascentista italiano Raphael teve um papel fundamental na pintura da Sala de Constantino nos apartamentos papais depois de uma restauração, evidenciando claramente a mão do mestre. Já se pensava que a magnífica sala de recepção foi pintada pela oficina do artista depois que o Raphael esboçou em linhas gerais, como o artista teria morrido antes da sua conclusão. Não é assim, os conservadores do Vaticano agora acreditam.
As Salas de Rafael (Stanze di Rafael) são um grupo de quatro aposentos decorados entre 1508 e 1524 pelo grande pintor renascentista Rafael Santi (ou Sanzio) e seus auxiliares, sob encomenda do Papa Júlio II – o mesmo que encomendou os afrescos da Capela Sistina a Michelangelo:
A Sala de Constantino era reservada para recepções e cerimônias oficiais, e foi completada somente após a morte de Rafael por seus discípulos, com os desenhos preparatórios deixados por ele. Seu nome deriva de Constantino, que reconheceu o cristianismo e o livrou das perseguições. Os painéis ilustram quatro episódios do triunfo da fé cristã: “A visão da Cruz”, “A Batalha de Constantino contra Maxêncio”, “O Batismo de Constantino” e “A Doação de Constantino”. A decoração é completada por retratos de papas e figuras alegóricas. O teto foi pintado por Tommaso Laureti.
Citando um vídeo do YouTube publicado pelo escritório de imprensa do Vaticano, o jornal italiano La Stampa informou que as figuras femininas alegóricas das virtudes da amizade e da justiça são de fato o trabalho de Raphael.
"Ao analisar a pintura, percebemos que é certamente pelo grande mestre de Raphael", disse o restaurador Fabio Piacentini. "Ele pintou em óleo na parede, que é uma técnica realmente especial. A limpeza e remoção de séculos de restaurações anteriores revelou as características pictóricas típicas do mestre ".
Arnold Nesselrath, historiador de arte e chefe de pesquisa técnica e científica nos Museus do Vaticano, acrescentou: "Sabemos de fontes do século 16 que Raphael pintou duas figuras nesta sala como testes na técnica do óleo antes de morrer. De acordo com as fontes, essas duas figuras pintadas a óleo são de uma qualidade muito maior que as que as cercam ".
"Raphael foi um grande aventureiro na pintura e sempre tentou algo diferente", explicou. "Quando ele entendeu como algo funcionou, ele procurou um novo desafio. E então, quando chegou na maior sala do apartamento papal, ele decidiu pintar esta sala em óleo, mas conseguiu pintar apenas duas figuras, e seus alunos continuaram no método tradicional, deixando apenas essas duas figuras como autógrafos de O mestre."
Em 1509, Raphael foi encarregado de pintar quatro salas nas residências papais, agora conhecidas como Salões Raphael. A Sala de Constantino - a maior - retrata quatro episódios da vida do primeiro imperador romano para reconhecer a fé cristã e conceder liberdade de culto. As pinturas retratam a derrota do paganismo e o triunfo da religião cristã.
Dois desenhos de giz do mestre do Renascimento italiano venderam US $ 48 milhões (no Christie's London em 2009) e US $ 47,8 milhões (na Sotheby's London em 2012).
Nesta obra represento fragmentos imaginários de um projetista concentrado no seu trabalho. Em meio a inúmeros pensamentos, num curto período ele esboçou aleatoriamente algumas linhas em um pedaço de papel, na tentativa de propor algo para si mesmo com o auxilio de imagens formadas e correlacionadas com seus próximos pensamentos, imagens subjetivas fixadas com o intuito de atingir um objetivo. Remetem a vibração de uma explicação sem palavras, um pensamento aberto o qual foi reproduzido com aquarela em papel Canson texturizado.
De acordo com a teoria lacaniana sobre a arte, considero a obra Intento um exemplo de que o imaginário só pode operar sob determinadas coordenadas –, essa coordenada refere-se à representações pautadas que englobam toda nossa experiência e entendimento sobre o mundo. E essa coordenada é necessária por conta da insuficiência de definição de qualquer traço significante por si mesmo, quer dizer, estão circunscritos em um cenário que o situa numa realidade transitória, a fim de decifrar as possíveis resultantes com sua experiência.
Segundo a psicanalista Renata Wirthmann (Pós-doutorado em Teoria Psicanalítica UFRJ), para se compreender uma obra de arte, não basta interpretá-la iconograficamente, tomando-se por base apenas as imagens, os ícones, os símbolos que nela estiverem reunidos. Antes, é necessário olhá-la como algo jamais completamente compreendido, conhecendo nela seu caráter de enigma. E, ainda que assim seja, não se desvendará completamente o tal enigma. Apenas alguns de seus sentidos parciais emergirão para aqueles que estiverem cientes de que sempre faltam, não só palavras, como possibilidades de se encontrar na realidade todos os componentes de uma obra de arte. (https://lacaneando.com.br/contorno-do-vazio-uma-leitura-lacaniana-sobre-a-arte/)